O investimento da Itaipu Binacional na ampliação e melhoria de cozinhas solidárias em sete cidades de diferentes regiões do país aumentou a capacidade de atendimento às populações e combate à insegurança alimentar nos locais. A iniciativa atende pessoas em situação de vulnerabilidade no Pará, Ceará, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima e Paraná.
Em Ananindeua, na região metropolitana de Belém (PA), a Itaipu, por meio da Assessoria de Responsabilidade Social, viabilizou a ampliação e modernização da Cozinha Comunitária Mãos de Mulheres e Pão Compartilhado. Antes instalada em uma residência voluntária, com capacidade para cerca de 100 atendimentos diários, a instituição passou a funcionar em um espaço adequado, aumentando a distribuição de refeições saudáveis para aproximadamente 250 pessoas por dia.
Além da ampliação do atendimento, a Binacional promoveu a reforma do galpão do centro comunitário, com a implantação de sistema fotovoltaico, biodigestor e equipamentos elétricos sustentáveis. Também apoiou, por meio do Edital Itaipu Mais que Energia, a aquisição de um veículo elétrico para a distribuição das refeições em áreas mais remotas da região.
“Itaipu financia a estrutura das cozinhas, equipamentos e energia solar para incentivar a manutenção e o crescimento dessas unidades. Gostaríamos de expandir para pelo menos uma cozinha por estado, chegando aos bolsões de pobreza e garantindo o direito à alimentação”, explica o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri.
A iniciativa integra o Programa Cozinhas Solidárias, do Governo Federal, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Ministério de Minas e Energia e com gestão da Cáritas Brasileira Nacional. O programa reconhece as cozinhas comunitárias como uma tecnologia social de enfrentamento à fome e à insegurança alimentar.
O convênio contempla ainda cozinhas solidárias em Fortaleza (CE), Brasília (DF), São Leopoldo (RS), Rio de Janeiro (RJ), Boa Vista (RR) e Foz do Iguaçu (PR), beneficiando pessoas em situação de rua, famílias chefiadas por mulheres, comunidades indígenas, migrantes e refugiados. O projeto ainda prevê a capacitação de 80 mulheres, a implantação de hortas comunitárias e ações de fortalecimento da economia solidária.
A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, com destaque para os ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), 7 (Energia Limpa e Acessível), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação contra a Mudança do Clima).
