A Operação Ágata Arco Sul-Sudeste 2026 encerrou as atividades com aproximadamente R$ 100 milhões em apreensões na faixa de fronteira dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Coordenada pelas Forças Armadas em conjunto com órgãos de segurança e fiscalização, a operação mobilizou cerca de 2,9 mil militares e teve como foco o combate ao tráfico de drogas, contrabando, descaminho e outros crimes transfronteiriços.
Durante as ações, foram retiradas de circulação 19,4 toneladas de entorpecentes. Na etapa mais recente, as equipes apreenderam aproximadamente 740 quilos de maconha e quatro quilos de cocaína, além de deter oito pessoas.
O balanço também inclui a apreensão de cerca de 12 mil canetas emagrecedoras contrabandeadas, avaliadas em aproximadamente R$ 18 milhões, além de 3 mil medicamentos e 545 cigarros eletrônicos.
As equipes recolheram ainda 234 armas, munições e carregadores, 52 veículos utilizados em atividades ilícitas e aproximadamente 4,4 mil equipamentos eletrônicos, avaliados em quase R$ 6 milhões. Cerca de 72 mil mercadorias relacionadas a contrabando e descaminho também foram apreendidas.
Integração na faixa de fronteira
As operações foram realizadas por terra, água e ar em pontos estratégicos da região de fronteira. Em Foz do Iguaçu, a atuação incluiu fiscalização em áreas de circulação entre Brasil e Paraguai, além de patrulhamento e abordagens em locais considerados estratégicos.
Ao todo, 40 pessoas foram presas ou apreendidas durante a operação. Os órgãos fiscalizadores também emitiram 10 notificações e aplicaram aproximadamente R$ 450 mil em multas.
A Operação Ágata Arco Sul-Sudeste é uma das ações de proteção da faixa de fronteira e reúne diferentes instituições para ampliar a fiscalização e combater organizações envolvidas em crimes que ultrapassam as fronteiras brasileiras.
O balanço final reforça o peso das ações integradas na região, especialmente no combate ao tráfico de drogas e ao ingresso irregular de mercadorias no país.
