Saúde faz alerta após 33 mortes por síndromes respiratórias graves em Foz do Iguaçu

Vacinação e diagnóstico precoce são apontados como medidas essenciais para reduzir internações e óbitos. TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL / Imagem Divulgação

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu registrou 384 notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 33 óbitos em 2026, segundo dados do sistema de monitoramento utilizado para vigilância da gripe. No mesmo período de 2025, entre janeiro e junho, foram contabilizadas 877 notificações e 36 mortes.

As síndromes gripais comuns não são de notificação obrigatória. No entanto, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave exigem acompanhamento por se tratarem de quadros respiratórios mais severos, que podem levar à hospitalização e, em alguns casos, ao óbito.

Entre os principais agentes identificados neste ano estão o Influenza A, o coronavírus responsável pela Covid-19 e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Também foram detectados Adenovírus, Rinovírus, Parainfluenza e Metapneumovírus. De forma geral, os vírus mais frequentes foram Influenza A, Rinovírus, Covid-19 e VSR.

Os dados mostram que a maior concentração de casos ocorreu entre crianças de até 9 anos. A faixa etária de 1 a 4 anos registrou 98 notificações, seguida pelos menores de 1 ano, com 76 casos. Entre os idosos, foram contabilizados 37 casos na faixa de 70 a 79 anos, 32 entre pessoas de 60 a 69 anos e 18 em idosos com mais de 80 anos.

Entre adolescentes e adultos jovens, os registros foram menos expressivos, com quatro casos entre pessoas de 15 a 19 anos e nove notificações na faixa de 30 a 39 anos.

A análise epidemiológica aponta que, entre as crianças, predominam os casos relacionados à Influenza A, Vírus Sincicial Respiratório e Rinovírus. Já entre os idosos, os

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